Comerciantes fazem limpeza e contabilizam os danos


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Comerciantes da Avenida Doutor Hélio Palermo tiveram muito trabalho para limpar todo o barro acumulado dentro das lojas e estacionamentos
Comerciantes da Avenida Doutor Hélio Palermo tiveram muito trabalho para limpar todo o barro acumulado dentro das lojas e estacionamentos
Vassouras, rodos, panos e muita água foram necessários para retirar o barro que invadiu as lojas e estacionamentos localizados na Avenida Doutor Hélio Palermo na tempestade de segunda-feira. Na manhã de ontem, a cena era a mesma em todos os locais: funcionários trabalhando duro para retirar a sujeira. “Não estamos nem atendendo os clientes direito. O barro é muito e, além do chão, temos de lavar os produtos e colocar tudo novamente no lugar”, disse o proprietário da Casa dos Parafusos, José Borges. No período de uma hora, uma forte chuva na tarde de anteontem transformou a avenida em um verdadeiro mar. “A água entrou em dois carros, o resto eu consegui retirar a tempo. Foi um desespero”, afirmou o proprietário da Onix Automóveis, Hudson José de Oliveira. O trabalho dos comerciantes não se resumiu apenas na limpeza dos estabelecimentos, mas também na contabilização dos prejuízos, aí somados os lucros cessantes, pois muitos clientes deixaram de comprar nos locais atingidos. “Ainda não fiz os cálculos corretos, mas a estimativa é de R$ 8 mil. Perdi dois computadores, parafusos, porcas e outros materiais. O pior mesmo é a sensação de impotência diante da situação”, desabafou Borges.

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