Franca abre mais de 9 mil empregos


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Larissa Amaral integra a lista das pessoas admitidas em outubro. Depois de três anos sem emprego, ela conseguiu uma colocação como vendedora
Larissa Amaral integra a lista das pessoas admitidas em outubro. Depois de três anos sem emprego, ela conseguiu uma colocação como vendedora
Mais de nove mil postos de trabalho foram abertos em Franca nos últimos dez meses. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ligado ao Ministério do Trabalho, e têm por base os empregos com carteira assinada de janeiro a outubro deste ano. O número representa 1,1 mil a mais que o mesmo período do ano passado. A indústria de transformação foi a que mais empregou neste período. Sozinha, ela abriu 6,5 mil vagas, o que representa quase 70% do total. “O engraçado é que dentro deste setor as empresas calçadistas, que estariam vivendo uma crise, geraram 5,6 mil, pouco mais que no mesmo período do ano passado”, disse o subdelegado regional do Trabalho, Jamil José Leonardi. O setor de serviços que abrange restaurantes, informática, oficinas, manutenção, entre outros, vem em segundo lugar no número de criação de empregos. Foram 1246 contratações só nos primeiros dez meses do ano. Em seguida, está o comércio que, com a instalação de grandes redes multinacionais, como Carrefour e Wal- Mart, até outubro já havia contratado 1221 pessoas. Apesar de positivo, o número ficou um pouco abaixo do registrado em 2005. Para o subdelegado regional, a diferença não é real. “Infelizmente e apesar dos nossos esforços, a informalidade ainda existe no setor comercial. Como na pesquisa só entram os trabalhadores com carteira registrada, muitos sem registros não são contabilizados, daí a diferença”. A estudante universitária Larissa Amaral Serra Alves, 24, integra a lista do Caged de admitidos até outubro deste ano. Depois de três anos desempregada, ela conseguiu uma colocação como vendedora na loja de confecção Bartolomeu. A vinte dias do Natal, ela se diz muito feliz com o novo emprego. “Vou passar o final de ano empregada, com carteira assinada e tudo. Poderei fazer planos, já que no fim de ano as vendas aumentam”, comemora. NA CONTRAMÃO Se para a indústria, comércio e serviços, os primeiros dez meses deste ano foram positivos em contratações, a construção civil não tem o que comemorar. De acordo com o Caged, foram fechados 113 postos de trabalho no setor. Na extrativa mineral, o Caged registrou cinco postos a menos até outubro deste ano.

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