Para o diretor jurídico da Francana, Pedro José Olivito Lancha, a entrega da receita de R$ 9 mil gerada com a venda de oito placas publicitárias pela atual diretoria à Liga Amadora de Futebol não seria justa. “Eles querem ficar com a carne, mas não querem ficar com o osso. Isso aí eles não vêem”, argumentou.
Segundo ele, existem 17 placas disponíveis para serem vendidas no Estádio Lanchão. Entre os oito patrocinadores que compraram espaço estão o Hospital Regional, a empresa de bebidas Rizati e a viação São José. “O dinheiro desses espaços serve para manter a equipe de base e arcar com custos processuais do clube”, explicou Pedro, o “Pezé”. E completou: “Gastei do meu bolso durante um ano e meio. Não vou mais pagar isso.”
Para exemplificar um dos fins desse dinheiro, ele lembrou sobre um recurso que deverá ser impetrado contra a ação Dalton Luiz Amorim. “Nesse caso, é preciso depositar R$ 500”, declarou. Já com relação ao futuro, Pezé disse que seria seu pai, o presidente José Lancha Filho, o único a falar. Lancha foi procurado por volta das 17 horas em seu consultório, mas sua filha disse que ele estava ocupado. Por volta das 20 horas, outro telefonema, também sem sucesso, foi para sua casa. Ele ainda foi procurado em um evento do CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), à noite, mas alegando compromissos, não falou com a reportagem.
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