Volume de trabalhos


| Tempo de leitura: 2 min
Alfredo Palermo A imprensa paulistana, em dias passados, reproduzindo matérias que o Comércio da Franca tem publicado em série, trouxe de novo à baila o problema das “voçorocas” na cidade de Franca. E, aliás, estendendo o comentário para a extensão dessas perigosas e ameaçadoras depressões, outras foram também apontadas em cidades como Ribeirão Preto e Bauru. Desde muitos anos, segundo a Folha, “a buracolândia já engoliu 30 casas em Franca”. E mais: os moradores das casas atingidas foram obrigados a viver sob locação, forçando a Prefeitura a bancar cerca de R$ 63 mil de aluguéis. O problema das voçorocas é tão grave como o de Ribeirão Preto, pois “o solo é arenoso e não se presta a receber muita quantidade de chuva”. E ainda: ocorrendo continuamente esses grandes volumes de água, a situação se tornou realmente insustentável e exige prontas e efetivas soluções. É assunto sobre o qual pensar, nestes dias em que ainda evocamos a data maior de Franca, o 28 de novembro em que ela se tornou vila independente. E como bem grifou dia desses um articulista, Mogi-Mirim, a qual Franca estava subordinada e da qual então se desatrelou, conta hoje com cerca de 90 mil habitantes, enquanto Jacuí, que também disputava uma ascendência sobre Franca, resta hoje com 8 mil. Os números revelam o destino desde cedo promissor de nossa cidade, cuja população soma hoje 320 mil habitantes. É preciso, agora, dizer algumas palavras sobre a primeira página de nosso Comércio da Franca, a do último dia 28, com uma abertura em que os designers conferiram o brilho de sua habilidade às chamadas de capa. Primeiro, o destaque sobre os 182 anos de Franca, antecipando para a curiosidade de milhares de leitores a reportagem que hoje leremos na revista encartada neste jornal. O título ‘Contando um pouco de sua curiosa e controversa História’ remetia o leitor, na terça-feira, para a matéria substanciosa que hoje nos levará a uma reavaliação de um período recente da história francana. É trabalho espetacular do jornalista e historiador Leandro Cruz. Além dessa, os leitores vão tomar conhecimento, através de outras também criteriosas, do avanço da cidade, que inaugurou recentememte grandes estabelecimentos comerciais, do porte de um Carrefour e um Wal-Mart. Ainda naquela terça-feira, diferentes chamadas atraíam a nossa atenção: ‘Presente dos céus’; ‘O show do pára-quedismo’; ‘Casas para mais de 400 famílias sorteadas para o Jardim Bonsucesso’; ‘Sob a batuta de Sidnei’. E ‘Sidnei dispara sua metralhadora’, entrevista com o prefeito Sidnei Franco da Rocha. Foram assuntos que recortaram a nossa realidade em semana festiva, deixando para segundo plano as voçorocas sempre lembradas e para as quais os remédios são custosos, mas por certo serão encontrados.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários