Mauro Barcellos rebate acusações


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Acusado de estelionato e esterilizações irregulares, o prefeito de Patrocínio Paulista José Mauro Barcellos disse que os 12 casos investigados (dois no ano de 1999 e dez em 2002) estariam resolvidos, com a apresentação de documentações. O prefeito se disse ainda vítima de uma perseguição política de rivais na cidade. Os nomes dos prováveis rivais não foram divulgados. Nos casos da falta de autorização das pacientes para a operação, Barcellos defende-se dizendo que tem assinaturas das parturientes e que uma delas, de uma cidade da região (não lembra o nome), com dois filhos, teve quatro abortos e era asmática e tabagista, e a cirurgia de esterilização era recomendada. A outra paciente, de Franca, teria um cisto no ovário e, como o SUS não pagaria dois procedimentos, Barcellos garante que o dinheiro cobrado foi devolvido por ele depois. O ginecologista alega ainda que, naquela época, não existia o programa de planejamento familiar. Sobre os casos em que teriam sido cobrados procedimentos a mais, ele nega qualquer irregularidade. “A DIR (Direção Regional de Saúde) de Franca fez levantamentos na época e as cirurgias são as que constam nas Internações Hospitalares”. Barcellos disse que também prestou informações ao Conselho Regional de Medicina (CRM). “Um grupo político começou a espalhar isso e agora tenho que perder tempo para justificar”, disse Barcellos, que cumpre, desde 2005, o seu primeiro mandato como prefeito.

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