Se o problema para definir a Francana 2007 era o contrato de parceria entre a atual diretoria e a Liga Amadora de Futebol, a solução está na mão. O presidente do clube, José Lancha Filho, afirmou ontem à tarde que o documento está pronto e no aguardo da assinatura do presidente da LFAF, Eurípedes Gonçalves Silva, e o vice, Marcos Silva. “Tentei falar com o senhor Eurípedes e o Marcos Silva à tarde mas não os encontrei. A esposa do Eurípedes disse que ele estava em São Paulo e o Marcos de folga. Amanhã (hoje) vou procurá-los novamente”, disse Lancha.
O presidente da Veterana não detalhou as cláusulas do contrato, mas fez questão de ressaltar que ele está “muito favorável” à Liga. Ele terá duração até 30 de junho. “Se houver interesse, podemos renovar”, destacou.
O departamento de futebol profissional estará a cargo da parceira, com um custo estimado em R$ 50 mil. Outra cláusula é relacionada à venda de jogadores. Não está prevista porcentagem para a LFAF, que terá empresários trabalhando em seu departamento, caso haja negociação de algum jogador. “Podemos estudar isso”, ponderou José Lancha.
Segundo ele, a documentação ficou pronta ontem após consultas jurídicas sobre a legalidade da parceria. “Produzir um documento não é simples, precisamos nos resguardar e o que a Francana não precisa é de mais problema. O que a gente fica chateado é que existe muito boato”, reclamou o presidente sobre críticas recebidas pela imprensa radiofônica por não ter entregado o contrato em uma semana.
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