Sem avançar as negociações para patrocínio, um dos principais empresários empenhados na parceria entre Liga Amadora de Futebol e Francana disse que a idéia desse grupo de apoio não é pressionar para definições. “A pressa é mais da Francana”, disse Antônio Carlos Franchini Filho, diretor da empresa de refrigerantes Fors.
Ele fez questão de explicar que a palavra Francana, empregada por ele, é o clube em si, independente de dirigentes e patrocinadores. “Nós estamos aguardando a Liga”, comentou.
A LFAF propôs assumir o departamento de futebol da Esmeraldina para formar o time que disputará a Série A-3 de 2007. O que falta para fechar esse projeto é um contrato, a ser produzido pela diretoria de José Lancha Filho e que ainda não foi entregue.
Para Franchini, que é um dos principais intermediadores para captação de recursos do projeto proposto pela Liga Amadora, só é possível se encontrar com empresários para fechar acordos se houver acerto oficializado entre entidade e diretoria do clube.
Franchini reconheceu que o tempo disponível para formar um time para 2007 não é o ideal, mas não quis colocar prazo que pudesse indicar a desistência em apoiar esse trabalho conjunto. “O clube não está preparado como precisava”, indicou o diretor.
O Estadual da A-3 começa no dia 28 de janeiro, com a Francana jogando em casa contra o Independente de Limeira.
Diante das indefinições até o momento, o presidente da Liga, Eurípedes Gonçalves Silva, já declarou que “estará fora disso” se o contrato a ser levado aos empresários patrocinadores não estiver pronto na segunda-feira.
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