Quadrilha invade casa de corretor e rende família


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Policiais militares buscam pistas para prenderem assaltantes da casa de corretor. Apenas um marginal foi preso
Policiais militares buscam pistas para prenderem assaltantes da casa de corretor. Apenas um marginal foi preso
.Quatro homens armados com revólveres renderam o corretor de imóveis MAD, 58, e mantiveram sua família como refém, no Bairro Santa Maria do Carmo, na noite de terça-feira (21). Os bandidos levaram dinheiro, aparelhos celulares e roupas das vítimas. A mulher do corretor e seus filhos, um menino de 10 anos e um rapaz de 21, foram agredidos e obrigados a ficarem no banheiro do imóvel. Este já é o terceiro roubo em menos de um mês a imobiliárias na cidade. Por volta das 21 horas, o corretor trabalhava em seu escritório, que fica na parte da frente de sua casa, com as portas do estabelecimento fechadas. A sua esposa e o filho caçula assistiam TV. Pela porta lateral, que dá acesso à garagem, um dos assaltantes entrou anunciando o roubo. “O bandido encostou o revólver em minha cabeça e os outros correram para dentro de minha casa e pegaram minha mulher e meu filho”. O momento mais tenso, foi quando o menino levou um tapa no rosto. “Meu filho chorava assustado e gritava pelo meu nome. Só vi um deles mandar ele calar a boca e dar um soco nele. É difícil ver um filho ser agredido e não poder fazer nada”, desabafou em lágrimas. O corretor foi amordaçado com uma meia e teve as mãos amarradas com um fio elétrico. Ele, a esposa e o garoto foram obrigados a entrarem no banheiro. O filho mais velho do casal foi rendido ao chegar. Em seguida, os bandidos fizeram outra vítima: um segurança de 19 anos, que veio visitar a família. A ação durou pouco mais de 20 minutos e os marginais, um deles em capuz, fugiram após pular o muro da casa. Características dos assaltantes foram passadas à polícia, que durante patrulhamento prendeu o sapateiro RRP, 39, morador do Bairro Santa Maria do Carmo. Ele estava dentro de um bar, perto da casa das vítimas, bebendo cervejas. Ele foi reconhecido como sendo o marginal que estava sem capuz. Até o fechamento desta página, seus comparsas não haviam sido presos ou identificados.

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