Para PM, o procedimento foi correto


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Os soldados Reis e Joviano foram ouvidos pela polícia, contaram suas versões e tiveram as armas apreendidas. Aguardam o resultado do exame psicológico para poder voltar à rotina diária. Responderão a procedimento interno. Agredido com a barra de ferro, Reis fraturou o braço esquerdo. Eles não falaram com a imprensa sobre a ocorrência. Joviano não foi encontrado, enquanto o parceiro disse, por meio de sua mulher, que não poderia atender à reportagem. Segundo o comando da Polícia Militar, a versão apresentada por eles teria sido confirmada por uma testemunha, que é parente de Euripão. O major Antônio Carlos, coordenador operacional do 15º Batalhão, disse que não teria ocorrido uso de força excessiva por parte dos soldados. “Pelas informações que temos até o momento, não houve excesso. O procedimento foi correto. Foram dados dois disparos de advertência para o alto, mas as agressões continuaram. Os outros tiros foram em direção ao corpo do agressor, mas ele não parou”. O promotor criminal Joaquim Rodrigues Rezende Neto disse que analisará provas e ouvirá testemunhas para apurar se os policiais usaram os recursos necessários para repelir a agressão.

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