Risco se restringe à área do posto


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Técnico da Cetesb recolhe líquido encontrado no subsolo para análise
Técnico da Cetesb recolhe líquido encontrado no subsolo para análise
Técnicos de operações de emergência da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), de São Paulo, inspecionaram ontem o Cire Auto Posto, localizado na Rua Monsenhor Rosa com a Avenida Champagnat, e constataram mais de 30 centímetros de combustível no subsolo. Essa quantidade é considerada gravíssima pelos especialistas. A extensão da área afetada é desconhecida. Segundo técnicos da Cetesb, o combustível “caminha” 12 metros por ano. O vazamento no posto foi constatado em setembro e, a partir desta data, pelo menos três metros no solo podem estar contaminados. O técnico Davi Faleiros não tem dúvidas da contaminação. Ele afirmou que a quantidade encontrada de combustível é considerada gravíssima. “O combustível está em fase-livre, o que significa que certamente já contaminou o solo”, explicou. Apesar da gravidade da situação, na inspeção feita pela Cetesb, ficou constatado que as galerias de água e telefonia não foram atingidas e que o risco se restringe apenas à área do posto - menos de um quarteirão. Com base nesse resultado, o promotor Fernando de Andrade Martins determinou que parte do posto fosse interditado com tapumes. Assim, o proprietário poderá fazer o recalque (drenagem) dos combustíveis com segurança. Outra parte do posto, porém, onde não foi encontrado vestígio de combustível, poderá voltar a funcionar com duas bombas. Um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) será assinado na tarde de hoje pelo proprietário na Promotoria Pública. Por esse documento, ele deverá se comprometer a retirar o combustível do solo em trinta dias. Antes disso, ainda nesta semana, será necessário retirar os combustíveis que estiverem nos tanques. Depois disso, o proprietário terá outros 60 dias para proceder à reforma das instalações, inclusive com a troca dos tanques.

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