Habilidade e talento


| Tempo de leitura: 1 min
O competidor de São Carlos, Luís Carlos Ottoboni mostra talento com o bumerangue: força e precisão são fundamentais para praticar o esporte
O competidor de São Carlos, Luís Carlos Ottoboni mostra talento com o bumerangue: força e precisão são fundamentais para praticar o esporte
Atenção, direção do vento, força e precisão marcam uma competição de bumerangue. Os competidores do Raia Livre, um campeonato que acontece simultaneamente em várias cidades do Brasil, teve sua final realizada sábado no Pólo Clube de Franca. O público presente pôde verificar a habilidade e o talento dos participantes, seja com as mãos ou os pés. “É mais que um esporte, é uma diversão. Pratico quase todos os dias e é uma sensação plena de liberdade”, disse o gerente administrativo, Ildebrando Moraes, 33. Manobras radicais, saltos, vôos rasantes e até “piruetas” são realizadas pelos competidores ao receber o objeto. Tudo em busca da melhor pontuação. “O nosso objetivo é obter os resultados e também acompanhar a evolução dos outros participantes. No final somos todos amigos e lutamos para que o bumerangue seja um esporte conhecido e cada vez mais praticado no Brasil e no mundo”, disse o competidor e fabricante de bumerangue de Franca, Leandro Henrique Borges, 26. O evento é aberto a toda a população e hoje as atrações continuam. Os competidores estarão à disposição para ensinar. “Todo mundo pode jogar bumerangue: de crianças a idosos. Eu dou aulas em São Paulo para um grupo de deficientes físicos e os resultados são fantásticos”, comentou o maior competidor do Brasil, Carlos Martini Filho, o Magrão.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários