Bazalha moverá ação por danos morais


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Alan Bazalha Lopes é policial há 15 anos, 12 dos quais como delegado. Já respondeu por vários distritos policiais da cidade. Atualmente, é o diretor do presídio do Jardim Guanabara. Respeitado pelos colegas de trabalho e pelos presos, é tido como um profissional correto e nunca respondeu a procedimentos internos na Corregedoria. Já foi presidente da associação dos policiais e do Conselho Municipal de Segurança. Foi em 2002 que se desentendeu com um advogado integrante da pastoral carcerária. “Ele representava um grupo de presos que teria sido agredido por carcereiros. Ocorre que, na data da suposta agressão, os detentos não estavam mais na cadeia de Franca. Nem mesmo os funcionários citados estavam aqui. Como fomos vítimas de uma denúncia caluniosa, registrei um Termo Circunstanciado no 2º DP contra o advogado”. Cópias do documento foram enviadas ao juiz corregedor e à OAB Franca. O delegado imaginava que o caso já estivesse arquivado e ficou surpreso ao ver seu nome na lista negra divulgada pela Ordem. “Quero saber os motivos pelos quais recebi o desagravo. Tomarei providência para retirarmeu nome da relação, além de mover uma ação por danos morais”. Na tarde de ontem, a Associação dos Policiais Civis de Franca divulgou uma nota repudiando a atitude da OAB. “Manifestamos total apoio ao associado, que é reconhecido por todos pelo profissionalismo e cordialidade. Esta diretoria estuda medidas judiciais para resguardar seus direitos.”

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