O projeto da Liga Francana Amador de Futebol para a Francana especifica uma equipe com 25 jogadores, utilizando atletas que jogam na várzea, juniores da Veterana e outros 15 profissionais contratados. O diretor de futebol do clube seria nomeado pela LFAF, que ficaria a cargo das responsabilidades que o time tem para participar da Série A-3 do Paulista. “Hoje, todo o dinheiro que for colocado na Francana a Justiça pega. O problema não está na diretoria atual, mas em problemas anteriores”, lamentou o presidente da Liga, Eurípedes Gonçalves Silva. “Empresários procuraram a gente comentando sobre a possibilidade de parceria.
Seria tudo legal”, complementou.
Segundo ele, o objetivo seria ir até o prefeito Sidnei Rocha (PSDB), se a parceria for confirmada, na presença de representantes da Liga e do clube e solicitar o retorno do repasse da verba. “Iríamos atrás de outros patrocinadores para complementar a renda. Teríamos de ter 15 jogadores profissionais para representar os titulares e o restante para formar o time aos poucos.”
A comissão técnica seria de Franca e um dos nomes cogitados para ser técnico seria o do ex-jogador da Esmeraldina e da Portuguesa, Machado. Atualmente ele atua pelo Internacional no Campeonato Varzeano e trabalha na Universidade de Franca.
A atual diretoria do clube continuaria responsável por representá-lo e manteria o trabalho que está sendo desenvolvido no controle e na administração das dívidas.
Entre as propostas de apoio estaria o retorno da Prefeitura com o repasse de verbas. Por e-mail, Sidnei confirmou que foi consultado pela Liga sobre a união entre as entidades, mas explicou que o dinheiro que poderia destinar seria de R$ 15 mil, o mesmo valor repassado anteriormente quando havia convênio entre a Feac (Fundação Esporte, Arte e Cultura) e o clube.
“Se houver entendimento (entre Liga e a Veterana), teremos de remeter projeto à Câmara, nos valores antigos e não em valores supostos (R$ 30 mil)”, respondeu o prefeito. E ainda complementou. “Dependendo ainda dos planos reais e possíveis, analisando a legalidade, porque a partir deste mês não há mais verba do Banco do Brasil.”
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