No caso da existência, ou melhor de possibilidade efetiva de vida, sou contrário ao aborto. Entretanto, há que se levar em conta que o feto é anencéfalo, e que portanto não tem qualquer condição de sobrevivência, ainda que venha a nascer ‘vivo’. Trata-se de um mero amontado de células. Ou será que alguém sente-se constrangido quando lança fora um pedaço de sua unha, ou um pouco de sangue ao se cortar? Insistir na gravidez, em tal situação, é promover um transtorno psicológico desnecessário para a mãe.
Paulo Sérgio
é leitor do Comércio da Franca
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