“O que falta dentro da escola?” Foi com essa pergunta que 12 estudantes do ensino médio decidiram montar uma minipapelaria dentro da Escola Industrial. Em parceria com a Floripa Papelaria, eles levaram uma filial da loja para um cômodo da unidade e ganham 10% dos lápis, canetas, blocos para fichário, borracha, corretivos, cola e outros materiais vendidos.
O trabalho começou em maio de 2006 e os integrantes do grupo acreditam terem vendido R$ 50 desde então. O lucro é dividido entre eles. “A aceitação foi boa. Muitas vezes, as folhas de fichário terminam no meio da aula e a gente não pode sair para comprar. Oferecemos os produtos aqui na escola. Isso se tornou prático”, disse Kelly Cristina Faleiros, 17, responsável pela contabilidade.
O plano da Brasil Star é ampliar os serviços dentro da escola, instalando uma máquina de xerox. Se possível, a idéia será colocada em prática no próximo ano.
Para escolher o nome, os empresários aproveitaram a época da Copa do Mundo. A empresa foi criada no primeiro semestre deste ano e eles decidiram combinar a palavra Brasil com Star, que significa estrela em inglês.
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