Jovem ‘aquece’ negócio familiar


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Alguns dos 12 jovens que montaram a Brasil Star exibem os materiais escolares vendidos em minipapelaria montada em maio
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Aos 17 anos, Lívia Mendes Facioli conseguiu mudar os negócios na loja Só Artesanato, montada pela mãe há seis anos. Depois das aulas de OGE (Organização e Gestão Empresarial) em 2005, a jovem transferiu os conhecimentos para o comércio e os negócios engrenaram. “Aprendemos a calcular melhor os custos, trabalhar em conjunto na família e conquistar novos clientes. Hoje, temos revendedoras até na região”, disse Lívia. Ela, a mãe, a irmã e a avó cuidam da confecção das peças de artesanato para vender. As quatro produzem cerca de 30 produtos. Com a venda de porta-doces, panos de prato, caixas de madeira decoradas, toalha, puxa-saco, chinelos de quarto e outras peças, elas lucram R$ 800/mês. Lívia não se lembra da renda anterior da mãe, mas disse que era bem menor. Para ampliar seus conhecimentos na área, a aluna, da 3ª série do ensino médio, quer cursar Administração de Empresas. Na escola, Lívia faz parte da Coopersabores, que vende salgados e doces. Para a Mostra de OGE, a cooperativa está com promoção especial: o cliente leva um salgado, refrigerante e bombom por R$ 2 e concorre a uma cesta de chocolates.

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