Comerciante irmão de Policial é assassinado dentro de bar


| Tempo de leitura: 2 min
O corpo de José Roberto Fernandes é visto no interior do bar do qual era dono no Jardim Francano: vítima teria recebido ameaças e chegou a discutir com cliente pouco antes de morrer
O corpo de José Roberto Fernandes é visto no interior do bar do qual era dono no Jardim Francano: vítima teria recebido ameaças e chegou a discutir com cliente pouco antes de morrer
O comerciante José Roberto Fernandes, 43, o “Zezinho”, foi encontrado morto dentro de seu bar, ontem de madrugada, no Jardim Francano. Ele estava caído sobre o caixa e apresentava quatro ferimentos provocados por faca no tórax e pescoço. A polícia ainda não sabe os motivos do crime. As hipóteses de acerto de contas, roubo seguido de morte e, simplesmente, uma briga banal são as mais prováveis. Ninguém foi preso. Irmão do cabo C.Fernandes, da Polícia Militar, Zezinho era dono de um bar na Avenida Paulino Pucci, onde foi morto. Por volta das 2h30 de sábado, alguns jovens passaram diante do estabelecimento e estranharam a porta entreaberta. Bateram e chamaram por ele. Como não foram atendidos, resolveram olhar no interior e avistaram o corpo tombado e ensangüentado sobre o caixa, que estava aberto. Não havia mais ninguém no local. A dona de casa Maria Lourdes Afonso, mulher de Zezinho, disse aos policiais que havia saído do bar à meia-noite para preparar o jantar para o marido. Ele chegaria um pouco mais tarde, pois ainda havia quatro fregueses jogando caixeta, entre eles um “japonês”. Este último teria discutido com a vítima horas antes por causa de uma cerveja. “Na hora que saí daqui, eles estavam discutindo. Ainda falei para meu marido: você não vai brigar por causa disso. Ele falou que não, pois R$ 2 não o deixaria nem mais pobre, nem mais rico. Depois, não sei mais o que aconteceu”. Após o assassinato, a mulher percebeu que desapareceu uma faca do bar. Possivelmente, Zezinho foi morto com a arma. Durante a perícia no local, os policiais encontraram caída no piso uma intimação judicial que havia sido recebida pela vítima na sexta-feira. Zezinho seria testemunha de acusação contra um homem que se encontra preso pelo crime de roubo, ocorrido em seu bar. No dia do assalto, o crime será investigado pela equipe de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais).

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários