Ângelo Shieregato é um dos idealizadores do projeto que fundou o time há seis anos. Segundo ele, a idéia surgiu durante uma roda de amigos, amantes do basquete, mas que não tiveram como seguir carreira após “estourarem” a idade em equipes de base do município. Com o apoio de empresários locais, o clube foi fundado e desde então o time disputa todos os campeonatos que pode. Vários nomes de destaque passaram pela equipe, como Carlão Rodrigues e Fausto Gianechini, ambos como treinadores.
Atualmente, com patrocínio da Teixeira Imóveis e apoio do Comércio da Franca, a ênfase é dada à Liga Regional. É o terceiro ano que o time disputa o torneio e o melhor resultado foi um terceiro lugar no ano passado. Na ocasião, foram derrotados nas semifinais pelo time de Itápolis.
O objetivo é estar na A-2 do Estado. “Jogadores, nós temos. O que falta é verba. Para disputar a Liga necessitamos de R$ 5 mil/mês. A A-2 do Estado custa R$ 2 mil de arbitragem por jogo”, revela. Sete atletas do time reforçarão Itápolis, derrotado cinco vezes no torneio, a partir da semana. “Eles estarão parados e essa é uma boa oportunidade para conhecerem o nível dos outros jogadores.” E acrescenta: “Queremos ser o segundo time da cidade no esporte mais difundido por aqui. Isso só existe na Espanha, onde o Barcelona tem dois times em divisões diferentes.”, declarou.
O assunto é polêmico, pois Franca já viveu anos em que dois times rivalizaram-se: o Franca Basquete e o Yara Clube, depois Dharma-Yara. Nos bastidores, a situação só serviu para dividir forças, ou, patrocínios. Para evitar isso, Shieregato afirmou que o próprio estatuto prevê que o clube não tem intenção de disputar a Série A-1 do Estado, a mesma do Franca Basquete. “Franca é um berço para jogadores de basquete e nem todos são aproveitados no principal. Por isso, existimos. Como opção para os amantes da cesta”, finalizou.
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