Os cinco médicos envolvidos direta e indiretamente nas investigações da “máfia dos exames” não foram encontrados para repercutir as investigações da Divisão de Auditoria Interna. Doze telefonemas foram feitos para seus consultórios e residências em Franca, entre 14 e 16 horas. A secretária de José Reinaldo Nogueira disse que ele só chegaria após as 17 horas e que retornaria à ligação. Não retornou.
Kátia Maria Martins não foi localizada em seu consultório (uma secretária eletrônica fez o atendimento) nem em sua casa, onde familiares disseram que ela não estava e sequer teria hora certa para chegar.
A secretária de Amaury Hernandez disse que ele estava em atendimento e que, assim que desocupasse, telefonaria para o jornal. Mas ele não ligou até o fechamento desta edição. No consultório de Edith Aparecida Pádua, a informação foi a de que ela só atendeu pela manhã. A secretária disse que pediria a ela que retornasse o telefonema, não houve retorno. Por fim, a secretária de João Francisco Arantes pediu para deixar um número de telefone que ele entraria em contato, o que não aconteceu.
SUMIDO
O secretário de Saúde, Alexandre Ferreira, também não foi localizado para comentar a alta incidência de médicos de sua pasta envolvidos em sindicâncias. A informação de sua secretária, às 15h15, por telefone, é que ele não estava no gabinete e que as questões fossem enviadas por e-mail, o que foi prontamente atendido. Às 16h48, novo contato telefônico foi realizado e a informação foi de que as perguntas foram repassadas a Ferreira, mas que ele estava em uma reunião na Prefeitura e possivelmente não as responderia hoje. Ferreira não atende à reportagem do Comércio da Franca desde oito de setembro, portanto, há 42 dias.
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