Ficou mais do que provado que Franca não tem colégio eleitoral suficiente para eleger deputados. Veja só o Engler, que precisou buscar mais de 40 mil votos fora da cidade para sua eleição. O Gilson, apesar de seus 56 mil votos em Franca e mais 14 mil fora, ficou na linha de corte. O que mais atrapalhou foi a candidatura de Marcelão. Sem nenhuma chance, sem projeção na região, apoiado pela polícia civil, ele se meteu em uma briga da qual a única parte perdedora foi a cidade. Apoiado por pouquíssimos segmentos, despachantes e estacionamentos de veículos - baseados em interesses próprios -, o candidato não se elegeu e seus votos serviram para fortalecer a legenda de candidatos de fora como o Baleia Rossi de Ribeirão Preto, que ficou muito agradecido pelo trabalho do delegado. Que isso sirva de lição nas próximas eleições: quem não tem chances que não se meta, não atrapalhe, não prejudique a cidade.
E mais: achar que uma candidatura serve para fortalecer a imagem nos próximos pleitos também é um grande engano. Lembram-se do Marco Garcia e do Teo Maia? Acho que vai acontecer o mesmo com o Marcelão.
Ivana Gomes Goulart
é leitora do site www.comerciodafranca .com.br
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