A eleição presidencial


| Tempo de leitura: 1 min
Achei boa a iniciativa deste jornal de colocar duas opiniões na edição de domingo acerca dos candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. Achei a opinião de Boff extremamente equilibrada, mas a do tucano travestido de editorialista é tendenciosa ao extremo. Começa dizendo que no debate da Band houve um “massacre”. A diferença era de 7 pontos. Depois do debate subiu para 11 e até 14 pontos. Que “massacre” é esse? Ele citou o editorial do Estadão, mas não informou que Carlos Alberto di Franco é da Opus Dei e já doutrinou muita gente no Palácio dos Bandeirantes. Por que não citou a Veja, que faz campanha descarada para Alckmin e foi obrigada pela justiça eleitoral a retirar outdoors? Será que este cidadão, com sua cegueira, conseguirá contaminar alguns (e)leitores e decidir a eleição a favor de Alckmin? Jorge F. da Silva é leitor do site www.comerciodafranca .com.br

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários