Grupo de mórmons se une para fazer caridade em Franca


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Voluntários do projeto Mãos que Ajudam plantam árvore na praça do Jardim Brasilândia no feriado do Dia das Crianças
Voluntários do projeto Mãos que Ajudam plantam árvore na praça do Jardim Brasilândia no feriado do Dia das Crianças
União e comprometimento para fazer a diferença e ajudar o próximo. Essa é a principal marca do projeto Mãos que Ajudam, desenvolvido em Franca por seis capelas da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, os mórmons. Em atividade desde 2001, o grupo conta hoje com 800 voluntários no programa contínuo de ações humanitárias e serviços para a comunidade. Em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas), os colaboradores se reúnem para visitar asilos e creches, doar sangue, montar enxovais para gestantes carentes, fazer mutirões para reformar escolas públicas ou levar alimentos para famílias mais necessitadas. “O projeto é realizado em todo o mundo e Franca está inserida nestas ações. Não temos um cronograma fechado. Trabalhamos conforme a necessidade. Se sabemos que uma família precisa de ajuda, nós nos unimos para conseguir doações e levar para ela”, disse Gilda Pugliesi, responsável pelos assuntos públicos do Mãos que Ajudam na cidade. Uma das atuações mais recentes dos voluntários aconteceu na última quinta-feira. Neste ano, o Dia das Crianças foi dedicado à limpeza de praças públicas e parques. Com enxadas, vassouras, luvas, adubo e sacos de lixo, 120 crianças e 30 adultos passaram a manhã do feriado limpando a Praça do Jardim Brasilândia. Eles retiraram 25 sacos cheios de papéis, mato e sujeira, trocaram telhas quebradas do quiosque e depois plantaram 15 árvores doadas pelo Jardim Zoobotânico. Eurípedes Pugliesi, 38, segurança aposentado e bispo da igreja da Vila Santa Terezinha, participou do mutirão com toda a família. Ele, a mulher Adriana Pugliesi, 34, e os filhos Thalita, 12, Lucas, 8, e Paloma, 1, deslocaram-se do Jardim Luiza e colocaram a mão na massa para melhorar as condições da praça no Brasilândia. “Não adianta só cobrarmos dos governantes. Temos de contribuir e dar um presente para Franca. A sensação de ajudar é muito boa. Ver que somos capazes nos deixa o gostinho de sempre querer fazer mais.” O estudante Matheus Fernandes, 11, foi outro a participar do projeto Mãozinhas que Ajudam e retirar lixos e plantar árvores no bairro. “Para mim, a oportunidade de ajudar é um presente de dia das crianças. É bom limpar a praça e deixar o lugar mais bonito”, disse. O projeto é desenvolvido por meio de parcerias. Os interessados em ser voluntário do Mãos que Ajudam devem informar o nome na igreja dos mórmons e aguardar a próxima ação do grupo. “É simples colaborar. Basta fazer com o coração”, disse Gilda Pugliesi.

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