Mais de 24 horas depois de assumir o comando da divisão de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), o delegado Márcio Murari já está diante do seu primeiro desafio: esclarecer a morte do homem executado, a princípio, com dois tiros no rosto. O último crime em que auxiliou nos trabalhos investigativos foi o do gerente de fábrica Edmar Machado dos Santos, que teve a cabeça decapitada pelos assassinos, Ivan Stafussa e André Reche. No caso de ontem, a primeira providência a ser tomada foi o envio de dois policiais da DIG ao local do crime para levantamento de informações sobre o ocorrido. Os investigadores Amato e Regis conversaram com várias pessoas na cena do crime, mas obtiveram poucas declarações. “Primeiramente, temos que identificar a vítima. Depois, vamos buscar novas pistas e saber como era o círculo de amizade do rapaz”, disse Wellington Amato, chefe da divisão de homicídios da DIG.
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