Escolinha atende 70 alunos e tem boa estrutura física


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A escola particular onde aconteceram as agressões contra a pequena Isabele Vitória fica situada em uma região periférica da cidade. Por fora, tem uma boa aparência. A fachada é pintada de várias cores, o que passa uma impressão alegre a quem chega. Por dentro, a impressão se mantém. A cozinha é limpa e toda azulejada. Os banheiros, idem. As 70 crianças são separadas por faixa etária em várias salas. O escritório, onde funciona a secretaria, é amplo e bem organizado. Além disso, todas as crianças usam uniformes escolares, assim como as funcionárias. Estas, aliás, costumam ser vistas com os cabelos presos em coques. A dona da escola, LC, 19, disse que recebe crianças desde o berçário até a pré-escola. Em 2007, pretende instalar salas de primeira a quarta séries. A proprietária disse, ainda, que suas funcionárias são qualificadas: segundo ela, as salas de alfabetização contam com pedagogas formadas e o berçário e o maternal com estudantes da área. Existiria, ainda, uma pedagoga responsável por toda a escola. A dona de casa Priscilla Isabele Mendes, que formalizou as acusações contra LC e a escola, disse que a limpeza e a organização foram alguns dos pontos que a levaram a matricular Isabele na unidade. “É um local bonito, arrumado, isso não resta dúvidas. Agora, quanto à qualidade das funcionárias, é outra história: para mim, são poucas para o tanto de alunos e totalmente despreparadas”, disse.

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