Pais divididos com as acusações


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As denúncias de que uma criança de apenas nove meses foi agredida dentro da escola dividiram as opiniões entre os pais que mantêm ou já mantiveram seus filhos na unidade. Boa parte dos entrevistados disse que vai aguardar o desfecho das investigações para decidir que decisão tomar. Entre eles há quem acredite na inocência dos monitores e quem critique duramente a escola. É o caso da secretária Pâmela Marques de Almeida, 24. Ela disse que manteve os dois filhos na escolinha por três meses, de abril a junho deste ano, mas que resolveu mudá-los após as monitoras trocarem a medicação das crianças. “Minha filha, de três anos, estava tomando antibióticos três vezes ao dia. Ao invés de darem o remédio a ela, deram ao maior, de seis. Chegando em casa ele mesmo me contou e, apesar da escola ter assumido o erro, decidi tirá-los de lá na mesma hora. Achei um erro imperdoável”, disse. Uma comerciária, que preferiu não se identificar, matriculou seu filho na mesma escola há um ano. Disse que não percebeu, nesse período, anormalidades no local, mas reconheceu que está em dúvida quanto à renovação do contrato. “Nunca percebi coisas erradas, mas estou mais ligada agora. Vou esperar as investigações acabarem para saber se vou mudar minha criança de escola. Agora, se as denúncias se comprovarem, tiro meu filho de lá no mesmo dia”. Já a mãe Michelle Dorigan é solidária à escola e à sua proprietária. Pelo site do Comércio, disse que não acredita nas denúncias de agressão. “Minha filha de cinco anos está há dois na escolinha (...) Nunca tive nenhuma queixa, pelo contrário, a escola é ótima e tem uma superestrutura”.

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