Juntas, no próximo ano, as prefeituras de Franca e região terão para gastar um orçamento que já chega a quase meio bilhão de reais. São R$ 457,3 milhões. A maior parte deste valor será aplicada em Franca, onde a administração municipal prevê um orçamento de R$ 277 milhões para 2007. A cidade que terá a menor quantia para gastar no ano que vem será Ribeirão Corrente, que terá apenas R$ 7,4 milhões.
Em todos os onze municípios pesquisados (os demais não quiseram divulgar o valor de seus orçamentos), os investimentos na área da Educação vão ficar com a maior fatia deste bolo. Sozinha, a pasta deve consumir mais de 25% dos orçamentos municipais (o mínimo previsto pela Constituição Federal é 25% da receita vinda dos impostos). Em Restinga, a prefeitura pretende aplicar 48% de seus R$ 9,6 milhões em programas educacionais e na capacitação dos profissionais da área. “Formar cidadãos e oferecer um ensino de qualidade será nossa prioridade”, disse o secretário de gabinete, Ronaldo Moreira.
A Saúde é a segunda área que deverá receber o maior montante de recursos em 2007. Batatais é a cidade que pretende aplicar o maior percentual na pasta. Cerca de 22,5% do orçamento (R$ 14 milhões) para o ano que vem deve ser gasto com o atendimento aos pacientes e melhoras nos postos de atendimento. Em Franca, serão 21% (R$ 58 milhões).
Na maioria dos municípios, a pasta de Infra-estrutura será a que deve ficar com a menor fatia dos investimentos. É o caso, por exemplo, de Cristais Paulista, onde o prefeito Hélio Kondo (PMDB) vai priorizar o pagamento de dívidas. “Vamos gastar R$ 400 mil pagando pela iluminação de um loteamento e pelo terreno onde foi construída a Estação de Tratamento de Esgoto. Só depois poderemos estudar novos investimentos em infra-estrutura”, disse. O orçamento da cidade está calculado em R$ 10 milhões.
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