Diretor promete ajuda e critica SVO


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O diretor-clínico da Unimed, Luís Fernando Peixe, disse que o “sumiço” do feto não passou de um mal-entendido e garantiu que a família foi avisada de todos os procedimentos adotados pelo hospital. Comprometeu-se a encaminhar o casal ao Hospital das Clínicas, em Ribeirão Preto, para que passe por exames genéticos. Disse ainda que toda a polêmica levantada com o caso não existiria se o SVO (Serviço de Verificação de Óbito) da Prefeitura funcionasse. “Eles nem abrem os corpos. Só olham por fora. Desde que estou em Franca, há 20 anos, é assim”, disse. Comércio da Franca - O que aconteceu com o corpo do bebê? Luís Fernando Peixe - O obstetra pediu que o patologista da Unimed fizesse uma necropsia, mas ele estava viajando no sábado e domingo e só voltaria na segunda. Achei que não tinha condições e disse para encaminhar para o SVO fazer. Os médicos do SVO colocam causa indeterminada em tudo. Eles não fazem necropsia, quem faz é o IML (Instituto Médico Legal), mas só quando é morte violenta. Então ele ficou no necrotério até o domingo. A família alega que não procedeu ao enterro porque não sabia que o corpo estava no SVO. Quando chegou segunda-feira, nosso médico fez a necropsia. Comércio - O senhor pode fazer alguma coisa pelo casal? Peixe - Essa família tem de ser encaminhada ao HC para fazer acompanhamento genético, ver se tem algum problema de cromossomos, se pode ter filhos. Eu os encaminho para lá. É só me procurar das 10h30 ao meio-dia no hospital que estou à disposição.

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