Polícia traça plano para prender quadrilha


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Ônibus de sacoleiros que seguia de Salvador para o Paraguai foi metralhado por assaltantes, sábado, em Miguelópolis: motorista foi atingido no olho direito e morreu na hora
Ônibus de sacoleiros que seguia de Salvador para o Paraguai foi metralhado por assaltantes, sábado, em Miguelópolis: motorista foi atingido no olho direito e morreu na hora
A forças policiais de Franca se reunirão hoje para juntar informações e traçar um plano de ação conjunta para tentar identificar e prender a quadrilha especializada em roubar ônibus de sacoleiros. A prisão dos chamados “piratas dos asfalto” é tida como prioridade. Em apenas dez meses, o bando já cometeu 12 assaltos na área de atuação da Delegacia Seccional local, matou um motorista e causou um prejuízo superior a R$ 200 mil. A reunião desta quarta-feira contará com a presença da cúpula das Polícias Civil, Militar e Rodoviária. Os comandantes e os responsáveis pelos setores de inteligência vão cruzar as informações já levantadas sobre locais, horários e características de cada roubo para estabelecerem um trabalho de prevenção e repressão. “Vamos atuar em conjunto, cada polícia na sua área, para tentar esclarecer os crimes. Uma equipe nossa conversará com vítimas e testemunhas para traçar um perfil dos assaltantes. Se possível, faremos um retrato falado dos marginais”, disse o delegado-titular da DIG, Wanir José da Silveira Júnior. Dois investigadores e o delegado Márcio Murari, que acaba de chegar à DIG (leia mais ao lado), vão trabalhar exclusivamente para tentar esclarecer a série de roubos. Simultaneamente, policiais militares e rodoviários reforçarão o patrulhamento nas rodovias. “Suspeitamos que seja uma grande quadrilha que usa armamento pesado, mas estamos preparados. Em termos de força, a DIG é muito maior do que qualquer bando de criminosos da região. Vamos combatê-los e prendê-los. Caso haja enfrentamento, revidaremos à altura, disse Wanir. A ocorrência de sábado, em que os assaltantes mataram um motorista durante roubo a ônibus de sacoleiros em Miguelópolis, foi o estopim para que a polícia resolvesse agir com maior rigor para coibir a ação da quadrilha. Normalmente, os piratas do asfalto atacam em grupos formados por quatro bandidos, durante a noite ou madrugada. Usam armas de grosso calibre e coletes à prova de balas.

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