Profissão de pais é torcer


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Basta olhar em volta do campo para perceber que a torcida da Copa Difusora é diferente. Animação, alegria e demonstrações de carinho aos jogadores são uma constante. Celimar Alves, 36, é um exemplo. Mãe de Selton, atleta do Amazonas, sábado, se desmanchava em gritos como torcedora da equipe do filho. E olha que ele nem estava em campo. Acordar cedo, deixar os afazeres de casa e pegar um táxi com o marido e os três filhos (dois deles disputam a Copa Difusora) já faz parte da rotina da família aos sábados. “Sempre gostei de futebol. Envolve-me demais, salto, grito, pulo, torço para todos que estão com meu filho”, afirma. Animada, faz até uma revelação: “Acho até que exagero um pouco pois meu marido não fica perto de mim”, revela. Élvio Barbosa concorda. “É melhor ficar longe, pois ela grita demais”. E não é só ela. O microempresário José Bonelar, 47, e o técnico em eletrônica Pedro Francisco, 44, também foram assistir Rauan e Pedro Henrique. Desde o início da Copa Difusora, torcer pelo filho tornou-se definitivamente o melhor programa da manhã de sábado.

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