Enquanto a Sabesp definia uma nova proposta em São Paulo, ontem, em Franca, os membros da administração municipal mantinham o compasso de espera silencioso. Por e-mail, o prefeito Sidnei Rocha evitou responder de maneira clara a questões enviadas. Não disse se pensa em agir juridicamente para garantir o cumprimento do decreto de retomada dos serviços ou mesmo quanto seria a oferta mínima da Sabesp que poderia levar a um acordo. “Estamos estudando”, disse vagamente. Fontes ligadas a ele disseram que um acordo está praticamente fechado, mas não explicam como seria o acordo.
Oficialmente, Sidnei disse que o decreto foi um modo de garantir que o serviço não ficasse sendo prestado de maneira ilegal após o vencimento do contrato de 30 anos e que nenhum contato para voltar a discutir um novo contrato foi feito desde quarta-feira. “Ainda não retornamos a conversação com a diretoria da Sabesp”.
O chefe de Gabinete José Paschoal Ribeiro, esteve em São Paulo ontem e teria praticamente fechado um acordo. Ao ser procurado pela reportagem, Paschoal negou até mesmo que tivesse ido até a sede da empresa.
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