Numa iniciativa pioneira, a Rede Magazine Luiza mostra o que faz com parte do lucro de suas vendas. Um balanço das ações sociais referentes aos anos de 2004 e 2005 está estampado em revista que chegará às mãos de autoridades e imprensa das cidades que sediam lojas Magazine Luiza. Trata-se de uma prestação de contas àquele personagem considerado o maior colaborador das ações sociais desenvolvidas pela rede: o cliente.
Na terça-feira, um grupo de gerentes das cinco lojas de Franca esteve no Café do Comércio, quando entregou ao diretor-responsável do jornal, Corrêa Neves Jr., um exemplar da publicação. A editora-chefe, Joelma Ospedal; a gerente comercial, Sandra Lima, e o assessor especial da diretoria, Rodrigo Oliveira, também recepcionaram os gerentes num bate-papo agradável e descontraído.
Matias Alves Teodoro Taveira, gerente da loja do Centro, primeira da rede, disse que foi um orgulho poder prestar contas aos clientes das ações desenvolvidas. “Temos vivenciado realizações felizes conquistadas através de um trabalho feito com competência, compromisso e seriedade.”
Há seis anos, a rede publica e audita externamente seu balanço financeiro. Agora, a partir desse primeiro exemplar, traçando ações sociais realizadas em 2004 e 2005, ela quer mostrar ao consumidor a responsabilidade da empresa a partir do lucro resultante das compras efetuadas na rede.
“Estou realizando o sonho de compartilhar o nosso jeito de ser para que um número maior de pessoas e empresas também acredite que é possível valorizar o ser humano e ter lucratividade, crescer e respeitar a diversidade”, disse a superintendente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues.
A publicação traz capítulos que contam a história de fundação da rede, passando para o chamado “jeito de ser” com funcionários, clientes e fornecedores, sem esquecer a comunidade, beneficiada diretamente pelos projetos sociais. O concurso cultural é um deles. Ele aborda temas educativos que estimulam a criatividade das crianças. No ano de 2004, com o tema “O melhor do Brasil é...”, o concurso teve a participação de mais de 430 mil alunos do ensino fundamental.
As atividades não são voltadas apenas a crianças. Cursos de capacitação e educacionais têm atingido jovens, adultos e idosos.
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