Cartorário de Franca é morto a tiro durante assalto em SP


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Willian Facirolli em foto de seu casamento com Eliza Rosa Cruz, com quem tinha uma filha de 5 anos e esperava por um menino. Vítima morava na capital há dois anos e meio
Willian Facirolli em foto de seu casamento com Eliza Rosa Cruz, com quem tinha uma filha de 5 anos e esperava por um menino. Vítima morava na capital há dois anos e meio
A violência das ruas não dá trégüa e acaba de tirar a vida de mais um francano. O cartorário Willian Facirolli, 28, foi assassinado na capital paulista, na noite de terça-feira, 26, durante uma ocorrência de assalto ao ônibus em que ele estava. Baleado no pescoço, ele ainda foi socorrido, mas não resistiu aso ferimentos e morreu. O latrocínio aconteceu em São Paulo e os ladrões fugiram levando os pertences da vítima. A polícia ainda não descobriu os autores do crime. A esposa da vítima, Eliza Rosa Cruz, que está grávida de cinco meses, completa hoje 29 anos de idade. Os motivos do latrocínio ainda são desconhecidos, mas suspeita-se que Willian tenha reagido. Segundo informações obtidas pelo Comércio da Franca junto a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública, o crime aconteceu por volta de 21h30 na Rua dos Tamoios, ao lado do Aeroporto de Congonhas, Bairro do Blooklin, na zona sul paulistana. De acordo com a polícia, o cartorário francano estava no interior de um ônibus da Viação Sambaíba, quando dois homens armados com revólver invadiram o veículo e anunciaram o assalto. Em determinado momento, se aproximaram de Willian e deram um tiro em seu pescoço. Na seqüência, roubaram a carteira dele e pularam do ônibus em movimento. Testemunhas disseram à PM que os ladrões fugiram a pé na direção da Avenida Washington Luiz. Para policiais da delegacia de Campo Belo, há a possibilidade de que os autores terem se refugiado na parte remanescente da Favela do Buraco. Hoje bastante diminuída em sua extensão, essa favela já foi um dos maiores conglomerados de moradias precárias na capital do Estado e, antigamente, ocupava grande parte Avenida Águas Espraiadas, hoje renomeada de Jornalista Roberto Marinho. Willian Facirolli morava em São Paulo há dois anos e meio em trabalho em um cartório. Ele era casado e deixou a mulher grávida, além de uma filha, Gracieli, de 5 anos, fruto de um relacionamento com uma ex-namorada. O enterro será realizado hoje, com trabalhos da funerária Nova Franca.

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