O sacrifício dos animais do Canil Municipal costuma ser feito uma vez por semana, dependendo da quantidade recolhida - geralmente são 50 capturas semanais. Os que chegam doentes ou foram atropelados e ficaram muito machucados já são sacrificados assim que dão entrada no canil.
Para serem mortos, cães e gatos recebem primeiro um anestésico e, em seguida, um relaxante muscular que provoca uma parada respiratória. Segundo Fernando Baldocchi, chefe da Divisão de Vigilância em Saúde, o procedimento feito na cidade segue padrões internacionais de eutanásia e das associações de bem-estar e proteção dos animais. “Não há sofrimento para os animais. Eles não sentem dor”.
Depois de mortos, os animais são recolhidos pela Secretaria de Obras, Serviços Municipais e Meio Ambiente e levados para um tanque cimentado, no Distrito Industrial, onde também é deixado o lixo hospitalar gerado na cidade. Uma empresa contratada pela prefeitura, então, responsabiliza-se pela coleta dos animais neste tanque e pelo transporte até um aterro sanitário em Guará, onde eles são incinerados.
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