Prendê-lo foi questão de honra, diz delegado


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Tão logo o corpo do gerente Edmar Machado foi encontrado na manhã de quinta-feira, o delegado Wanir José da Silveira Júnior disse ao Comércio que os dois crimes teriam sido cometidos pelas mesmas pessoas e que as evidências apontavam para roubos seguidos de morte. Prometeu prender os responsáveis o mais rápido possível. “Graças a um trabalho de investigação, conseguimos esclarecer o caso em poucos dias. Foi questão de honra prender o André. Eles cortaram a cabeça do Edmar para terem certeza que ele havia morrido, pois temiam ser reconhecidos. Foi muita brutalidade”. O policial disse que o trabalho de investigação começou ainda que o corpo foi encontrado. Depois, sua equipe esteve nos locais em que as vítimas haviam sido vistas antes de morrer para tentar reconstituir seus passos. “Começamos a montar o quebra-cabeça e chegamos a algumas pessoas que teriam visto as vítimas junto com os assassinos. Prendemos o André e, agora, partiremos em busca do comparsa dele”. No início da noite de ontem, a 1ª Vara Criminal decretou a prisão de André e ele foi recolhido à cadeia do Guanabara. Poderá pegar de 20 a 30 anos em cada um dos crimes. A DIG ainda investiga o envolvimento dele em outros assassinatos.

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