Copa difusora de escolinhas


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Li a reportagem da edição do Comércio da Franca de quarta-feira (19/09) e me mostro contrário a algumas opiniões relatadas. O suposto xingamento teria sido desferido a uma criança da equipe Chute Certo quando a mesma cometeu uma falta violenta contra o jogador Marcelinho, do Amazonas, na categoria 98. A falta por sinal foi marcada, mas não punida com a rigidez necessária, pois foi de forma grosseira. A palavra não foi um palavrão e muito menos denegriu a imagem do atleta, já que nesses momentos todos - inclusive crianças, pais e demais torcedores - estamos sujeitos a falar frases mal interpretadas. Grato por poder opinar. Marcos Rizi é leitor do Comércio e torcedor do Amazonas

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