Anivaldo Registro é o comandante-geral da Polícia Civil em 93 cidades das regiões de Ribeirão Preto e Franca. Ele visitou as unidades policiais da cidade sexta-feira à tarde, encontrou-se com presidentes de conselhos de segurança e recebeu elogios sobre a atuação de sua equipe. Entrevistado pela reportagem, comentou sobre a onda de violência.
Comércio da Franca -Como o senhor encontrou as delegacias? Que impressão teve da polícia local?
Anivaldo Registro - Como chefe do departamento a que Franca está subordinada, fiquei lisonjeado. Tenho elogiado os policiais de Franca pelo desempenho e pela forma com que vêm combatendo o crime. Nos últimos dias, foram feitas grandes prisões de bandidos na cidade (referindo-se a traficantes e líderes do PCC); isso revela a capacidade e a qualidade de nossos policiais. Os problemas estão sendo solucionados e os desafios serão enfrentados com empenho.
Comércio - Crimes brutais têm chocado a cidade nos últimos dias. Como avalia o crescimento desses casos?
Anivaldo Registro - São crimes que, às vezes, a polícia não consegue evitar, mas garanto a vocês que os autores serão identificados e presos em breve. Policiais de Franca já deram mostra de sua capacidade. Daremos a resposta imediata à população. A cidade tem excelentes delegados, não só o seccional, mas outros delegados, principalmente na DIG, onde o doutor Wanir tem se revelado um grande policial, que tem esclarecido crimes de difíceis solução.
Comércio - Os casos de furtos de carros e motos não param de crescer. O senhor pedirá um empenho maior da polícia no combate a esse tipo de delito?
Anivaldo Registro - Não preciso nem pedir. O Maury (de Camargo Segui, delegado seccional) já me adiantou que está preocupado e que intensificará os trabalhos. A polícia está trabalhando. No domingo passado, saiu às ruas e fez várias prisões e apreensões. Continuaremos combatendo o crime com firmeza.
Comércio - Qual é o desafio da Polícia Civil de Franca?
Anivaldo Registro - O desafio de Franca é esclarecer os dois bárbaros crimes ocorridos durante a semana e que chocaram, não só a população, como todos que trabalham na polícia.
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