Sabe aquela paixão que o brasileiro tem pelo futebol? Pois é, o francano sente o mesmo pelo basquete. Desde criança, em grande parte das pessoas desperta o desejo de praticar um esporte e muitos acabam fazendo dele sua profissão. Em Franca, há sete categorias de base, com atletas que vêm de todo o País para tentar aprender a jogar na capital do basquete. A Aspa (Associação de Pais e Amigos do Franca Basquete) mantém seis categorias (pré-mini, mini, mirim, infantil, infanto e cadete) e o Franca Basquete cuida do time juvenil.
E todas essas sete equipes estão liderando seus respectivos campeonatos, sendo que seis ainda não perderam na temporada. A única que já foi derrotada é a infanto, que na semana passada acabou perdendo para o Círculo Militar fora de casa, em um jogo emocionante que terminou com os donos da casa dois pontos à frente. Mesmo assim, eles continuam liderando o Campeonato Estadual da categoria com 15 vitórias.
A Aspa foi criada no fim de 1998 e de lá surgiram vários atletas de ponta que hoje são destaque em todo o mundo, como por exemplo Anderson Varejão, que depois de jogar nas categorias de base e no juvenil, foi para o Barcelona (Espanha) e agora está no Cleveland Cavaliers da NBA. Também passaram pela Aspa Ricardo Giannecchini, Fernando Penna, Fernando Reis, Thomas, Matheus e Fransérgio. Os dois últimos que atuam no Franca Basquete
Do pré-mini ao cadete são mais de cem crianças e adolescentes treinando todos os dias, o que dá emprego a 11 treinadores e três outros funcionários.
Para Marilda Garcia, presidente da Aspa, o sucesso dos garotos está no envolvimento dos pais, comissão técnica e atletas. “Quando os meninos vão jogar, muitos pais vão junto, dão apoio. Isso é fundamental. Também nossos patrocinadores que nos fazem dar uma boa estrutura para eles”, disse Marilda, que está há dois anos na presidência da Aspa.
A Aspa também mantém o projeto social “Basquete - Educação” que apresenta o espetáculo “Esforço e disciplina - um espetáculo de exemplo” em escolas públicas e particulares de toda a região. Até hoje os garotos já visitaram 72 escolas, atingindo cerca de 40 mil estudantes.
Outro projeto mantido pela Aspa é o “Basquete.com”, que tem o objetivo de levar o basquete para a periferia, além de descobrir novos talentos.
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