Promessa cumprida depois de 18 meses


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A criação da Feac (Fundação de Esporte, Arte e Cultura) e a conseqüente extinção da Fundação “Mário de Andrade”, no início do governo Sidnei Rocha (PSDB), foi uma verdadeira novela. Entre idas e vindas do projeto na Câmara Municipal, Sidnei e seus assessores sustentavam que a nova fundação resolveria, entre outros problemas, a grande quantidade de cargos e o alto gasto com funcionários da “falecida” Mário de Andrade. O prefeito prometeu estipular funções e cargos no novo órgão para evitar desmandos em março do ano passado. Agora, 18 meses depois, cumpre a promessa e transforma a Feac em uma espécie de secretaria, assim como acontecia com a fundação que a antecedeu. “É o mesmo status da Fundação ‘Mário de Andrade’”, admitiu, ontem, o secretário de Finanças Sebastião Ananias. No início do ano passado, membros da administração diziam que muitas das atividades exercidas pela “Mário de Andrade” não estavam contempladas entre as suas finalidades. Além disso, a má administração da gestão anterior teria prejudicado as contas da fundação. Com a Feac, tudo mudaria. As determinações de cargos e funções seriam regularizadas. O presidente da Feac, Reginaldo Emídio, que nega o status de secretaria, diz que o prazo para a criação dos cargos da fundação terminaria em 31 de dezembro próximo. “Estamos lutando para cumprir os prazos com três meses de antecedência”, disse Emídio em tom de comemoração e se esquecendo que a promessa tem atraso de um ano e meio.

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