Lavrador esteve em Franca antes de morrer


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A Polícia Civil apurou que o lavrador Carlos Henrique de Moura, 23, esteve em bares de Franca na tarde de domingo poucas horas antes de ser brutalmente assassinado. A equipe de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) trabalha para identificar as últimas pessoas que estiveram com a vítima para reconstituir os passos e chegar à autoria do crime. Os cerca de R$ 2,5 mil que o rapaz havia recebido de herança não foram encontrados, o que reforça a hipótese de um latrocínio. O corpo do lavrador foi encontrado terça-feira de manhã em um canavial nas proximidades do Clube de Campo. Ele levou 12 facadas e teve o pescoço quase decepado. Carlos Henrique morava em Cristais Paulista e trabalhava na colheita de café em fazendas da região. Nunca teve problemas com a polícia. Na noite de sábado, se reuniu com os irmãos para dividirem uma herança deixada pela mãe. O que aconteceu depois ainda é um grande mistério. “A investigação já chegou aos locais em que ele esteve no domingo. Acredito que num tempo médio devemos esclarecer o caso”, afirmou o delegado Wanir José da Silveira Júnior. De acordo com informações apuradas pela DIG, o lavrador teria sido assassinado em outro local e apenas desovado no canavial em que foi encontrado.

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