O pagamento de horas extras a funcionários da Câmara gerou discussão ontem. O presidente da Câmara, Marcelo Mambrini (PMN), cortou o pagamento e reduziu o funcionamento da Câmara em uma hora, estabelecendo-o entre 7h30 e 17 horas. Doze vereadores assinaram um documento no qual pedem que a Câmara volte a funcionar até as 18 horas. Mambrini disse à imprensa que os vereadores queriam a volta do pagamento das horas.
Silas Cuba e Gilson Pelizaro, do PT, e Marcelo Valim (PSDB) questionaram a informação do presidente. Eles disseram que não são a favor do pagamento das horas, mas, sim, do funcionamento até um horário que “propicie ao cidadão sair do trabalho e encontrar a Câmara aberta”. No documento, que só não foi assinado por Mambrini, por Jepy Pereira (PSDB) e por Graciela Ambrósio (PDT), não existe nenhuma menção à volta dos pagamentos das horas extras.
O presidente da Câmara disse, no entanto, que os funcionários que entregaram o documento a ele, disseram se tratar de um pedido dos parlamentares para a volta das horas extras. Na tribuna, Mambrini disse que, em sua gestão, com final previsto para dezembro deste ano, o pagamento não voltará a acontecer.
Ainda assim, não afastou a hipótese de adiar em uma hora a abertura da Câmara e, assim, possibilitar que os funcionários permaneçam trabalhando até as 18 horas sem horas adicionais.
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