O engenheiro-eletricista e responsável pela usina, Nilton Braz de Moura Silva, 48, acredita que a Vila de Jaguara deverá ser comprada por alguém interessado em investir no turismo. Opções de lazer para os visitantes não faltariam. O clube, por exemplo, tem duas piscinas, vestiários, duas quadras poliesportivas, churrasqueira, salão de jogos, salão de baile, cozinha e sala de administração. A área total é de 7.789 metros quadrados.
Além das casas, que poderão ser utilizadas para hospedagem, o hotel tem 12 apartamentos com banheiros e cinco simples, além de cozinha, refeitório e lavanderia. O hotel fica a poucos metros da represa. Perto dali também está a antiga casa de visitas, com 995 metros quadrados, que também poderá ser usada para hospedagem. Ao fim do dia, os visitantes poderão transitar tranqüilamente pelas ruas da vila seja a pé ou de bicicleta.
Pelo caminho encontrarão cajueiros (que estão carregados nesta época), inúmeras mangueiras, goiabeiras e pés de tamarindo.
Apesar de estar cercada por um belo lago, a água para consumo vem de poços artesianos, pois a água da represa não é potável.
Todos os imóveis têm caixa d’água e energia elétrica e telas nas janelas para evitar entrada de insetos. Além de tudo, o futuro proprietário terá uma extensa área verde com vegetação nativa que poderá ser explorada por meio de trilhas ecológicas.
A Cemig já vendeu outras quatro vilas de funcionários, restando apenas a Vila de Jaguara. O único bem que não está à venda é a Usina Hidrelétrica de Jaguara, que continuará operando normalmente com funcionários que viajam diariamente vindo de cidades como Rifaina, Sacramento e Uberaba. Apesar de vazia, a segurança na vila não está negligenciada. Dois guardas se revezam fazendo a ronda dia e noite por todo o local.
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