Prefeitura pede reforço da PM


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A Prefeitura de Franca já tentou inibir a presença dos “indesejáveis” moradores da Praça Carlos Pacheco de várias formas. Na maioria das vezes, tentou encaminhá-los para o Abrigo Provisório, mas a ajuda sempre foi negada em razão do pouco tempo de permanência no local (em média de três dias). A Guarda Municipal e a Polícia Militar também atuaram na preservação do espaço público, mas sem sucesso. Após a retirada, o grupo passa um tempo sem freqüentar a praça, porém retornam. Ontem, a secretária de Serviços Urbanos e Meio Ambiente, Valéria Marson, disse que pretende reformar o local e com isso afastar os moradores. Outra saída foi a elaboração de um ofício com o pedido de uma ação mais efetiva da Polícia Militar. “Tenho um projeto para a recuperação da praça, inclusive com uma nova iluminação para evitar os vândalos da madrugada, mas o orçamento está apertado”, disse. A obra está orçada em R$ 60 mil, inclusive com a troca do piso, que está danificado. Parte da reforma deve começar a ser executada ainda em 2006. Segundo o administrador do Cemitério da Saudade, Fernando Sérgio de Paula Caetano, não há como proibir a entrada dos mendigos no local e, por isso, eles usam as dependências para fazer necessidades físicas, tomar água, banho e até dormir. O caso foi retratado pelo Comércio da Franca, na edição do dia 23 de maio. Entre os dias preferidos pelos moradores da praça, a quinta-feira é especial em razão da feira livre realizada nas proximidades.

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