Em dia de greve, posto de Franca atende 12% menos


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Sala de espera da agência do INSS em Franca ontem. Paralisação dos funcionários não foi total e atingiu somente parte do atendimento
Sala de espera da agência do INSS em Franca ontem. Paralisação dos funcionários não foi total e atingiu somente parte do atendimento
No primeiro dia de greve de seis dos 50 funcionários do posto de Franca do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o posto de Franca atendeu 12% a menos de usuários do que nos dias normais, num índice considerado dentro dos padrões normais. Apesar disso, a gerente da Previdência Social na cidade, Célia Visconde, garante que a ausência dos funcionários não comprometeu o atendimento a aposentados e pensionistas. Das cerca de 500 senhas distribuídas em dias normais, foram atendidos ontem 440 segurados do INSS. Para Célia, dois fatores contribuíram para uma freqüência menor em relação aos demais dias. “A paralisação teve influência, sim, pois provocou um acesso a outros meios de consulta, como a internet e o Prevfone, por exemplo. Mas, também, depois das datas dos pagamentos de benefícios, a freqüência é menor no restante do mês”, disse a chefe do INSS local. O clima de calmaria contrariou as declarações do diretor do Sinsprev (Sindicato dos Servidores da Previdência do Estado de São Paulo) e funcionário da agência de Franca, Gilberto Silva, que previu tumulto no atendimento durante a greve em Franca. Caso o beneficiário queira evitar a ida ao posto do INSS durante a greve parcial de funcionários, há outras alternativas para utilizar os serviços da instituição. O agendamento de perícias pode ser feito pelo site da Previdência Social na internet (www.previdencia.gov.br) ou através do telefone 135. PERITOS Se seis funcionários do setor de atendimento do INSS decidiram entrar em greve, os peritos que atuam no posto da Previdência em Franca trabalharam normalmente. Eles não aderiram à paralisação de 48 horas comandada pela ANM (Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social). Os funcionários da Previdência Social reivindicam uma reestruturação do plano de carreira e melhores condições de trabalho. Na próxima semana, já está prevista uma paralisação de 48 horas a partir do dia 20.

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