Batida entre ônibus e carreta mata motorista


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Populares recolhem carga espalhada na pista após choque entre carreta e ônibus. Cláudio Pinheiro Peres, motorista do caminhão, morreu na hora
Populares recolhem carga espalhada na pista após choque entre carreta e ônibus. Cláudio Pinheiro Peres, motorista do caminhão, morreu na hora
Um desastre entre um ônibus da empresa Presidente, com destino a Franca, e uma carreta cheia de carvão deixou um morto e 12 feridos na manhã de ontem. O acidente aconteceu entre as cidades de Capetinga (MG) e Itirapuã e interditou parcialmente o tráfego de veículos por várias horas nas proximidades. Natural de São João Del Rey, o motorista do caminhão, Cláudio Pinheiro Peres, 35, morreu na hora. O ônibus deixou a cidade mineira de Cássia às 6 horas com 11 passageiros, além do motorista e do cobrador. A viagem foi bruscamente interrompida 30 minutos depois. Quando subia a serra em direção a Itirapuã, o coletivo foi colhido lateralmente por uma carreta carregada de carvão, que fazia o sentido contrário. O caminhão perdeu o controle em uma curva fechada e ficou atravessado em “L” na pista. Com a colisão, a carreta tombou e esmagou o corpo do condutor. “Ele sofreu várias fraturas e ficou presos às ferragens. Não teve como sobreviver”, disse o cabo Zaparolli, da Polícia Rodoviária de Passos (MG). Parte da carga de carvão ficou espalhada na pista, aumentando o risco de acontecerem mais acidentes no local. Após ser atingido pela carreta, o ônibus também tombou e foi parar no acostamento. Por sorte, os ocupantes sofreram apenas ferimentos leves. “Todos foram liberados após serem atendidos no hospital da cidade”. Os passageiros eram de Cássia e Capetinga. Segundo o policial rodoviário, o motorista da carreta não era habilitado para dirigir aquele tipo de veículo. “Acredito que ele estava acima da velocidade permitida, mas somente a perícia poderá precisar o que aconteceu”. Em abril, outro acidente envolvendo um ônibus da Viação Presidente e um caminhão de carvão deixou dois mortos perto do antigo posto fiscal de Itirapuã, a poucos quilômetros do local em que ocorreu o desastre de ontem.

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