Carta a redação


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Em relação à matéria “Cortes provocam racha no sindicato das indústrias”, de 5 de setembro, o Sindifranca esclarece que a reestruturação administrativa e financeira faz parte de um plano de adequação pela qual todas entidades, empresas, governos e contribuintes passam em face da conjuntura econômica no Brasil e nas relações comerciais globalizadas. Portanto, não existe qualquer conotação pessoal no processo, aprovado e apoiado integralmente pela diretoria vigente. Em relação ao editorial “Pobre sindicato”, o Sindifranca respeita a liberdade de manifestação e opinião da imprensa, mas quer ressaltar que o Comércio da Franca erra ao interpretar que o presidente foi aclamado porque não havia outro nome para assumir a entidade. A eleição foi realizada dentro das discussões estratégicas de interesse dos associados, como cabe a qualquer entidade de classe, seja patronal ou não. Outro ponto a esclarecer é a política de redução de custos da entidade, que nada tem a ver com profissionais que prestam relevantes serviços ao nosso setor. Não existe personalismo. Existe a indicação de comunicação externa de apenas um porta-voz. Existe a necessidade de usar os recursos financeiros de forma racional e com retorno para os interesses da entidade. Por isso, todas as decisões são tomadas em conformidade e com aprovação das comissões internas e da diretoria. O Comércio da Franca e a imprensa nacional têm registrado o esforço do Sindifranca em defender nossa indústria, em encontros com governador de S. Paulo, ministros e até o presidente da República. Aliado à Abicalçado, o Sindifranca participa de eventos internacionais em rodadas de negócios para vender nosso sapato no exterior, ampliando os 60 países com os quais mantemos exportação. O compromisso do Sindifranca, assim como da imprensa de Franca, é defender os interesses de nosso município, de nossa cadeia produtiva, de nossa população e da nossa economia. Para que possamos formar uma Nação, independente e economicamente produtiva, precisamos ultrapassar fases de sacrifício, que – certamente - valerão a pena se lutarmos pelo bem comum, começando pela nossa casa - Franca. Jorge Donadelli é presidente do Sindifranca

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