Donos de cães e gatos têm compromisso no fim de semana: levar os bichinhos para serem imunizados contra a raiva. A Vigilância Ambiental vai disponibilizar 76 postos divididos em dois dias (sábado e domingo) e espera imunizar 26,5 mil animais. Uma equipe de 250 pessoas da Vigilância, voluntários estudantes da Unifran e do Colégio Agrícola, atenderá das 8 às 16 horas (veja os locais no quadro ao lado).
Assim como aconteceu durante a vacinação no ano passado, a Vigilância Ambiental não fornecerá doses a serem levadas para casa. “Donos de animais arredios que não puderem comparecer aos postos deverão agendar a vacina”, disse Fernando Baldochi, diretor da Divisão de Vigilância em Saúde.
Segundo ele, a prática de fornecer as vacinas foi suspensa para melhor controle da Vigilância. “Nós fornecíamos a vacina, mas não tínhamos a certeza de que seria aplicada. Então os números divulgados ficavam vagos”, explica.
Baldochi orienta que todos os donos de cães e gatos levem os animais na coleira para serem imunizados. De preferência que sejam levados por um adulto.
O diretor da Vigilância disse que não há registros de raiva animal em Franca desde 1998, mas lembra que no início deste ano, a Vigilância constatou um caso de raiva em morcego encontrado na área central da cidade. “Depois disso, foi feita uma ampla campanha de vacinação de cães e gatos naquela região, uma vez que não se sabe se esse morcego teria transmitido o vírus”, disse Baldochi.
Em cão, o último caso foi registrado em 1997 no bairro São Luiz. No Estado, em 2001, foi constatado um caso de raiva humana.
Baldochi orienta que, terminada a época de vacinação, os cuidados com os animais devem continuar, já que o contágio da raiva, ou de qualquer outra doença, ocorre durante todo o ano. “A partir dos 3 meses, o animal deve receber a vacina anti-rábica e, daí por diante, o reforço anual”.
Colaborou Jaqueline Proença
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