‘Ala infantil é uma conquista’, diz mãe


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Desde janeiro de 2005, Cristiane Koetzler, de Pedregulho, viaja todos os dias para Franca acompanhando a pequena Driele, 6, que faz tratamento contra leucemia no Hospital do Câncer. Pelos corredores e recepção da instituição, a menina presencia cenas fortes de pacientes, especialmente adultos. E é pensando nisso que a direção está ampliando o hospital. Cristiane crê que a filha não precisará utilizar o novo ambulatório infantil, mas fica feliz em saber que o hospital está conseguindo recursos para torná-lo realidade. “Será muito bom para as crianças. Infelizmente, a cada dia surgem novos casos e o ambulatório terá de ser utilizado. Espero não precisar ou precisar pouco, mas para as crianças que começaram tratamento agora, vai ser importante um espaço só delas”, disse. Para Cristiane, o atendimento no Hospital do Câncer sempre foi excelente, mas falta espaço próprio para as crianças. “Elas querem brincar, as voluntárias fazem atividades e nem sempre a sala está disponível. A construção da ala infantil é uma grande conquista para um hospital ainda novo”, ressaltou a mãe de Driele. A garota é uma das 18 crianças, entre 1 e 18 anos, atendidas atualmente no HC para tratar leucemias, câncer no sistema nervoso, nos rins, linfomas (tipo de tumor que atinge gânglios) e neuroblastomas. A entidade foi inaugurada há quatro anos e, na época, atendia apenas três pacientes menores.

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