Uma das propostas mais infelizes que uma autoridade já fez até hoje, com a finalidade de combater a criminalidade. Acredito que o ilustre delegado poderia pensar em medidas de ação direta aos focos de criminalidade, como operações de incursão aos pontos críticos (diga-se de passagem que a polícia sabe bem onde são), e não ficar marginalizando a classe motociclista.
Uma coisa são os ataques, que em sua maioria são feitos por motociclistas, e outra coisa é marginalizar aqueles que, assim como eu, são pessoas de bem e prezam muito seu direito à liberdade, seu direito de ir e vir sobre uma motocicleta.
Delegado, bandido é bandido; motociclista é motociclista.
Márcio Ranhel
é motociclista
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