Professores programam onda de paralisações


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Sem acordo com o governo do Estado nas negociações do novo plano de carreira e gratificações incorporadas ao salário, a Apeoesp (Associação dos Professores do Estado de São Paulo) promoverá, a partir de 6 de setembro, atos públicos regionalizados. O primeiro local será Pindamonhangaba, cidade natal de Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador e candidato à Presidência da República, contou o diretor-regional da Apeoesp, Luiz Gonzaga José. As paralisações serão realizadas por todo o Estado de São Paulo, contou Gonzaga. Segundo ele, os professores estão revoltados com o posicionamento do governo em não negociar e alegar Lei de Responsabilidade Fiscal. No dia 9 de agosto, mais de 15 mil educadores se reuniram em frente ao Palácio dos Bandeirantes, na capital, durante ato público. “Depois disso, o governo recebeu representantes dos professores, mas nada foi proposto”, disse Gonzaga, acrescentando que os manifestos chegarão à região de Franca, mas não quis divulgar a data. BANCÁRIOS Os bancários também se preparam para as negociações salariais. A data-base da categoria é 31 de agosto. Edson Roberto dos Santos, presidente do sindicato dos Bancários de Franca e região, disse que não foi feita nenhuma rodada de negociação. Ele não falou em números, mas os principais itens a serem discutidos serão ganho real e participação nos lucros e resultados.

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