‘De avião, não passo mais em Franca’


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Os passageiros que resolveram permanecer no saguão do Aeroporto “Tenente Lund Presotto” para aguardar o conserto do avião Brasília reclamaram da demora para que a Passaredo providenciasse os reparos. Queixaram-se ainda das acomodações do aeroporto francano. Na cidade a negócios, o empresário Marco Machado, que mora em São Paulo, disse não ter se assustado tanto com o problema do avião, mas com o desconforto da sala de espera. “Estou acostumado com este tipo de situação com aeronaves. Agora, aqui não tem condições de esperar. Este aeroporto não oferece infra-estrutura alguma. De avião, não passo mais em Franca”, disse. A psicóloga Estela Bolibio, também moradora na capital paulista, disse que não estava preocupada com as acomodações, mas sim com as condições do avião. “Estou feliz por estar aqui, no chão, sem qualquer ferimento que seja. Agora, confesso que estou com medo de viajar no mesmo avião.” Residente em Foz do Iguaçu, o empresário Rudimir Knop elogiou a postura da Passaredo, mas criticou as instalações do “Lund Presotto”. “A empresa nos levou para almoçar, deu atenção e todas as explicações necessárias. Mas o prefeito tem de ajeitar esta sala de espera. Este lugar é triste. Não deve ter mais que umas três ou quatro TVs como essa em funcionamento”, disse ele, referindo-se ao antigo aparelho Sharp instalado no saguão.

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